sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Sozinha, sem parada, com nenhum objetivo. Sem amar ninguém, procurando quem me faça feliz; ando observando as estrelas mais nítidas e brilhosas, no meio de tanta neblina. Que junto com a lua tentam iluminar a minha noite abandonada. Logo ali há um rio que reflete a luz da lua que está indo embora. Enquanto o sol quer brilhar outra vez. Vagarosamente me comparo à tristeza e alegria, a solidão e a companhia das pessoas que amo. Eu apenas preciso de alguém que me entenda, do modo que eu sou. Será que é tão difícil, encontrar esse alguém?
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