Sozinho
andando pela rua deserta, em uma noite com um frio de treze graus e
pensando em você...
Queria
ser de novo nós dois... quem sabe no futuro, então, que
tal pularmos o presente?
Sozinho
nesta solidão que não quer me deixar e você sem
ter o que fazer aí no seu quarto quentinho, por que não
vem logo para mim? Volta para esses braços
que te esperam para sempre...
Você
que sempre soube das coisas hoje não sabe direito o que quer,
talvez seja porque eu estou incluido no plano!!!
Sozinho
aqui neste bar vazio e pensando em voêc, só em você...
Mergulhando
em um copo de vinho, mas porque vinho? Talvez seja porque é
chique e, eu estou rindo à toa enquanto você ouve
beetous, sim já nem sei mais como se escreve porque agora
estou pensando em você e estou ficando bêbado (na verade
já estou totalmente bêbado), e então o dono do
bar pede para eu me retirar que o bar vai fechar e ando sem rumo
neste frio de treze graus pensando em você e embriagado... sem
saber para onde ir corro sem direção
alguma e, quando me dou conta estou tocando a campainha de sua casa e
você de roupão abre a porta com um sorriso. O que eu
faço? Meu
deus ela sorriu!!
Será
que estou sonhando? Será que eu morri embriagado e estou no
céu?? Ela me convida para entrar e sento-me em seu sofá,
"QUE MERDA!"
Eu penso (ou tento)
bem que eu pdoeria estar são
agora para poder pensar e dizer alguma coisa, mas você começa
a me beijar o pescoço
e sussurra algo que eu não sei decifrar, talvez seja por causa
da bebida e me odeio ainda mais por causa disso!!
Você
me arrepia todo do jeito que me beija o pescoço
e depois me joga no sofá e daí eu não preciso
estar são para saber o que fazer com a mulher da minha vida...
Na
manhã seguinte não me lembro direito do que aconteceu,
mas ela diz que não rolou nada entre nós, e eu estou
deitado em seu sofá apenas de calção...
será mesmo que nada aconteceu? Porque me lembro vagamente de
ter me sentido tão bem...
Mulheres...
Garotas malvadas que fazem isso de propósito apenas para terem
o gostinho de nos deixarmos na dúvida.
Mulheres
malvadas que sabem ser crueis quando querem que (tavez) se aproveitam
dos homens sem nós sabermos (ou não)...
Mas
são estas mesmas mulheres que nós não
conseguimos viver sem...
MAYARA
KUBOTA
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