Autor desconhecido
sábado, 8 de setembro de 2012
Quem sabe um dia, na cidade de Damasco!
Minha graça cuja corporificação sugere origens nórdicas! Mas, como toda graça, interage de modo cosmopolita. Carrega em sua cabeça esta coroa de louros que se confunde com os seus loiros cachos de cabelos, esta coroa láurea que somente é visível pelos que percebem a sua áurea, esta que se efetiva na paciência que tu tens para ouvir... Muito obrigado pela dedicatória, pela alcunha de poeta e por me fazer acreditar que um dia ainda tomaremos um Damasco!!!! ksks
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