Preciso afundar até aonde não posso mais para aí sim emergir. Preciso me afogar para me dar o direito de respirar. Rastejar para sentir o sado prazer de andar. Colocar um som sujo, que entre em sintonia com a minha alma, para que depois eu me lave com timbres e letras suaves. Preciso ser o pior de mim para que o meu melhor desperte.
Isadora Peres
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